ROCK – Alison Mosshart

O mundo da música sempre foi repleto de seguidores, e pode ser considerado como a primeira arte. Vários são os gêneros musicais, que, nos dias modernos, abraçam uma mistura de ritmos diversificados do acostumado, associando geralmente dois estilos musicais com batidas parecidas e, criando assim, uma nova forma de som e dança.

Um estilo musical que predominou nos anos 70 e se estendeu até os dias de hoje é o rock. Um ritmo que não sofreu muitas modificações durante os anos e os seus seguidores, sejam aqueles que curtem um som mais pesado, mais leve, que são ou não adeptos de renovações nos seus estilos, seja no ritmo da música, seja na densidade do som e da voz dos cantores.

Uma cantora considerada um ícone da atual geração e que começou a carreira em 1995, é a vocalista e guitarrista Alison Mosshart.

ALISON MOSSHART (2).jpg

Alison nasceu em 23 de novembro de 1978 e começou sua carreira musical em 1995 com a banda punk Discount. Ainda em 2000, fundou o The Kills com o guitarrista britânico Jamie Hince.

Em 29 de setembro de 2008, Mosshart se apresentou em Memphis com os Raconteurs carregando os vocais “Steady, As She Goes” e “Salute Your Solution”. Poucos meses depois já apareceu o resultado dessa apresentação em parceria com a formação de uma nova banda: The Dead Weather.

Alison é vocalista e toca guitarra. Ela escreveu músicas como So Far From Your Weapon e co-escreveu oito das dez faixas originais do álbum Horehound.

Discografia:

Discount

Ataxia’s Alright Tonight (1996)

Half Fiction (1997) Crash Diagnostic (2000)

The Kills

Keep on Your Mean Side (2003) No Wow (2005) Midnight Boom (2008) Blood Pressures (2011)

Ash & Ice (2016)

The Dead Weather

Horehound (2009) Sea of Cowards (2010)

Dodge and Burn (2015)

Em entrevista ao Globo, ela diz: “Quero me divertir”, quando fala sobre os shows no Rio de Janeiro e São Paulo.

A banda não gosta de falar sobre suas vidas particulares e desliga na cara de jornalistas que fazem perguntas inapropriadas. Se você não curte rock de garagem, o som deles pode parecer áspero demais.

Alison é divertida no seu jeito de falar, seu ânimo é contagiante, ela diz que o Kills é como a casa dela e o Dead Weather é mais espontâneo e seus álbuns são praticamente escritos por si mesmos. Com o Dead Weather ela diz: “Depois que comecei a trabalhar com eles, eu fiquei melhor, mais confiante”.

Ela é fã do pintor americano Don Glen Vliiet, conhecido como Captain Beefheart (1941-2010), totalmente rock n’ roll, ele é um artista completo. Ele pintava, escrevia poemas, uma figura excêntrica, livre e criativa.

Ela nunca pensou no que queria ser quando crescer, apesar de as pessoas perguntarem isso às crianças todo o tempo. Ela sabia apenas o que sentiria quando estivesse fazendo exatamente o que ia fazer, daí você tira a essência de sentir antes do ser. Status ou títulos não são para Alison, ela faz o que ama, ela visualiza seu humor e sentimentos para o dia do show e seu único planejamento é sobre ser o que é e se divertir com isso.
ALISON MOSSHART (1)

Ela esteve no meio artístico desde criança e sempre amou a música. A arte e a música foram os norteadores e fiéis acompanhantes do crescimento de Alison e até hoje é assim, ela não abandonou nenhum dos dois.

Ela entrou em contato com seu amor pela música enquanto praticava skateboarding. Ela morava perto de uns adolescentes que tocavam pra valer e ela, ainda pequena, sentava com o ouvido colado na porta e ouvia tudo enquanto eles estavam tocando. Quando ela tinha 13 anos, os amigos que andavam de skate com ela, tiveram a ideia de pegar uns instrumentos e começar uma banda. Eles começaram a tocar e se divertir todos os dias após a escola, e quando ela tinha 14 anos, eles fizeram um tour e depois disso ela nunca mais parou.

Realmente, Alison é única em seu estilo de ser e estar. Se todos pensássemos nas nossas profissões pelo amor e sentimentos bons que o acompanham, trabalhando com o que ama, creio que teríamos uma sociedade mais igualitária. Não em termos de divisão econômica, nada disso, mas em termos de se ganhar o necessário e justo para cada atividade e conseguir viver assim.

O dinheiro ajuda a felicidade sim, não vamos ser hipócritas, mas a felicidade acaba por fomentar a sua vida em se adequar ao montante que tem como remuneração, e viver em alto astral energiza todos a sua volta, influenciando nos seus comportamentos e disseminado harmonia interior.

Pessoas realizadas e felizes não competem, não agridem, não conflitam sem necessidade, elas vivem plenamente suas vidas e gostam de se rodear de pessoas com a mesma energia. Imaginem só… toda essa energia numa imensa “corrente do bem”. Fica a dica!

ALISON MOSSHART (3)

Fontes: g1.globo.com / Wikipédia / Lennyletter.com

 

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nemrudenemdelicada

Revista virtual para mulheres nem rudes, nem delicadas, que querem ler sobre assuntos diversos sem estar preso em um site definido para homens ou mulheres. Um canal de informação sem gênero.

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