Carros 2018

Carros e motos são a paixão de muita gente. E, em tempo de crise ou não, todo ano vêm as novidades, os novos modelos, cada vez mais potentes, confortáveis e autônomos. Ainda chegará a hora que não mais precisaremos colocar as mãos no volante, mas nesse ponto acho que os carros perderiam a graça.

Quem gosta de dirigir, gosta de passar a marcha, acelerar ao máximo e testar o carro nas estradas e grandes rodovias.

Vamos as novidades do mundo automobilístico desse ano…

Ford Ka

Uma linha de sucesso nas montadoras, o novo modelo do Ford Ka, ao que tudo indica, trará mudanças em relação em seu câmbio, ou seja, ele chegará as lojas com câmbio automático e de dupla embreagem PowerShift.

A Ford mantém as mudanças em segredo, então não há como se afirmar algo sobre a possível reestilização do carro, deixando uma ponta de curiosidade no ar.

Fiat Strada

A nova geração da linda picape Fiat Strada deve ser lançada no fim do 2018. Ela é líder em seu segmento de vendas desde 1998, quando foi o seu lançamento. A montadora pretender adequar toda a geração dentro do gosto dos consumidores que se renovam a cada ano.

A picape esportiva da Fiat Strada parece vir com mudanças baseadas nos gostos, ideias e opiniões dos usuários, sendo assim, fica difícil colocar algum defeito nas mudanças feitas, que foram elaboradas misturando a economia com o conforto, que o estilo de donos desse tipo de carro precisam.

Para os amantes de carros esportivos, serão mudanças irresistíveis as feitas no novo Fiat Strada.

Honda FIT 2018

O queridinho de muita gente, com sua mala mágica, daquelas que se fala que tamanho não é documento, deve chegar ao Brasil com várias mudanças, sendo a mais esperada o motor de três cilindros turbo, movido a gasolina com injeção direta de combustível.

São estas e muitas mudanças incríveis que prometem que o Honda FIT 2018 estará entre os lançamentos mais esperados do ano.

O Honda Fit chegou ao mercado de automóveis nacional em 2003, porém sem muito modernismo. Em 2004, passou por uma reestilização, contemplando o câmbio tipo CVT.

Com certeza, no lançamento 2018, teremos um interior totalmente renovado, otimização de acabamento e uma nova central multimídia de sete polegadas no centro do painel. As rodas vêm com uma cara mais esportiva, com novos desenhos geométricos.

Novidades principais do novo Honda FIT:

  • Direção elétrica;
  • Retrovisores com sistema Tilt Dow;
  • Assistente de partida em rampas;
  • Traseira renovada, com novos frisos e lanternas geométricas;
  • Novo farol em LED.

Itens de Série presentes no Honda FIT 2018

A subida no ranking de vendas o Honda FIT no Brasil é notória, e com a renovação de itens do modelo 2018, a Honda está apostando pesado nos itens de série.

São eles:

  • Direção com assistência elétrica progressiva (EPS)
  • Ar condicionado;
  • Volante com regulagem de altura e profundidade;
  • Vidros e travas elétricas;
  • Cintos de segurança de três pontos em todos os bancos;
  • Freios ABS com EBD;
  • Airbags frontais;
  • Som mp3;
  • Chave tipo canivete com controle de abertura/fechamento das portas;
  • Rodas de aço aro 15″;
  • Bancos traseiros bipartidos com rebatimento.

Quer mais?

De acordo com informações de especialistas em automobilismo, o novo motor de três cilindros pode entregar cerca de cento e vinte e nove cavalos de potência, e como a utilização desse motor no novo Honda FIT 2018 é praticamente certa, o novo Honda FIT 2018, terá um desempenho superior ao seu modelo 2017, podendo chegar até os 9,5km/l na estrada quando abastecido com etanol.

É muita coisa num carro só. Itens perfeitos, acabamento, beleza, potência e ainda economia!

Na cidade, com o uso de gasolina, ele poderá chegar a consumir 11,6km/l e na estrada, 13,6km/l!

Palio 2018

Em sua categoria, o Palio é uma preferência e em 2018 vem transformado. Apesar da mesma plataforma, o carro terá novos motores e componentes, levando o Palio a uma adaptação a novos padrões de consumidores.

Novo estilo que promete, já que a Fiat investiu pesado na linha X6, que vem no lugar de modelos já bem conhecidos. Com o X6 concluído, alguns modelos vão sair de linha, como o Fiat Palio X6H, o Fiat Punto X6H, o Siena e o Grand Sena X6S.

Novidades para 2018, além das não divulgadas pela marca:

  • 4 versões;
  • Câmbio manual e automático –  5 e 6 marchas;
  • Sistema Star&Stop;
  • 3 opções de motorização;
  • 0  de 3 cilindros- Firefly;
  • 3 de 4 cilindros- Firefly;
  • 8 – E-TorQ.


Itens adicionais que aparecerão no novo Palio 2018, deixando-o ainda mais renovado e, sendo considerado, o mais completo entre os carros 2018:

  • Ar-condicionado;
  • Computador de Bordo B;
  • Rádio, entrada USB;
  • Faróis de Neblina;
  • Airbag duplo;
  • Retrovisor com sistema Tilt Down;
  • Travas e Vidros elétricos;
  • Sistema Brake light;
  • Controle de Aceleração;
  • Volante com botões do rádio. Dentre outros itens de série que variam de acordo com as versões.

 

E haja carro novo. São tantas marcas e versões, que cada vez fica mais difícil escolher o seu carro ideal. Escolhemos aqui só alguns dos preferidos e mais famosos, mas há grandes mudanças nas linhas Picape e, outras ainda mais alucinantes nas linhas clássicas, como no Corolla, no Honda City e etc.

Quando se deseja escolher um carro hoje, temos de avaliar bem qual será o seu uso. Para pessoas que estacionam muito nas ruas da cidade, vale lembrar que o ideal são os carros mais compactos e simples. O tamanho para facilitar manobras e estacionamentos e simples pelo perigo de assaltos e preço de seguro.

São muitas as situações adversas na escolha do automóvel ideal, mas se conseguir unir a beleza, a economia e a segurança no seu carro novo, já está mais do que bom.

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Na estrada de terra ou de asfalto, o importante é que o seu carro seja uma extensão de sua casa e de seu estilo, para que seja confortável seu uso, tanto nas cidades como em grandes aventuras e viagens. E não se esqueça do tamanho da mala, quanto mais carona o carro dá, maior tem de ser a sua mala!

Boa escolha e boa viagem! Abra as janelas nas estradas e aproveite a natureza que passa ao seu lado e que muitas vezes nem nos damos conta.

P.S: Desculpem, mas apesar do tema tão moderno, não podia deixar essa foto tão a cara da Nem Rude Nem Delicada de fora! Não é o máximo?

 

 

MULHERES DO GRAFITE

Quando tudo começou…

Já há anos que, constantemente, observamos nas paredes e fachadas das cidades, as famosas pichações. Essas, normalmente, eram feitas ilegalmente sem a aprovação da população em geral e dos proprietários dos imóveis, que tinham suas paredes denegridas e rabiscadas. Nesses “desenhos” eram retratados nomes, apelidos, siglas e frases nada agradáveis. Os pichadores disputavam quem conseguiria colocar seu nome ou sigla mais alto nos arranha-céus das cidades. Mas, graças a organização de grupos que visavam profissionalizar essas “pichações”, essa disputa e seus rabiscos deram lugar a uma arte hoje chamada de grafite, aonde os artistas pintam os muros legalmente com desenhos belíssimos. O grafite se tornou uma arte com enorme prestígio em todo o mundo.

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Mas o que é o grafite e qual a sua origem?

O grafite, variação do italiano graffiti, é, por definição, uma forma de manifestação artística em espaços públicos e surgiu nos subúrbios de Nova Iorque, nos Estados Unidos, associada à cultura do hip hop.

Essa arte de expressão visual, desembarcou no Brasil no final da década de 60, com os grafiteiros Alex Vallauri, Waldemar Zaidler e Carlos Matuck, e, assim como o grafite americano, os artistas brasileiros expressavam, nos murais, a realidade do cotidiano das periferias.

Em razão da predominância de homens no grafite e do destaque que recebem, este segmento da arte é rotulado por ser parte integrante apenas do universo masculino. Porém, com a expansão do movimento feminista e a proclamação da bandeira do empoderamento feminino, as mulheres têm figurado e protagonizado a expressão do grafite ao redor do mundo.

As grafiteiras de respeito no cenário internacional

Em 1970, a artista Sandra Fabara, conhecida por Lady Pink, que representava as mulheres grafiteiras nas ruas de Nova Iorque. Lady Pink nasceu no Equador e foi a primeira mulher a competir com os homens do movimento hip hop, e, por muito tempo, foi a única neste universo. A arte feita por Lady Pink era exibida em galerias desde a sua adolescência e posteriormente, ela teve um importante papel na transformação do grafite em arte plástica.

Lady Pink expôs suas obras em coleções do Metropolitan Museum of Art e do Brooklyn Museum, na cidade de Nova Iorque, EUA, e do Groninger Museum, na Holanda.

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Outra mulher reconhecida no cenário do grafite mundial é o de Kathleena Howie, com o nome artístico de Lady K-Fever. Esta iniciou sua carreira Vancouver, Canadá, criando uma instalação para o movimento punk e feminista Riot Grrrl. Lady K-Fever foi a primeira mulher canadense a pintar no Graffiti Hall of Fame de Nova Iorque, EUA. Suas obras foram exibidas em importantes centros de artes do mundo, como o Musem of Modern Art – MOMA, e publicadas nos periódicos norte-americanos New York Times e Daily News. Figuram ainda no cenário internacional outras artistas de destaque, como a americana Swoon, as francesas Miss Van e Kashink, as japonesas Lady Aiko e Sasu, a polonesa Olek, e Hassani, uma das primeiras artistas mulheres do Afeganistão.

As grafiteiras no Brasil

No Brasil, o grafite veio como meio de expressão e divulgação das causas da periferia das cidades, como as vítimas do preconceito, da violência e da desigualdade social. Com a participação efetiva da mulher no grafite, assuntos importantes como a violência doméstica, a opressão masculina, o abuso sexual, a ditadura da beleza e a discriminação de gênero, passaram a integrar a arte do grafite e ser divulgada por ele. As grafiteiras brasileiras expressam, nas suas criações urbanas, a voz daquelas que são oprimidas pela cultura machista.

A pioneira no grafite brasileiro é a paulistana Nina Pandolfo que, no início de sua carreira, pintava telas e, posteriormente, migrou para os murais das ruas de São Paulo. Nina utiliza como base para suas criações, a natureza e a atmosfera do lúdico, remetendo à infância. Seu trabalho em uma temática diversificada que se desmembra entre a crítica social, o feminismo e trabalhos apenas artísticos.

A estética de suas criações atrai a atenção dos grandes colecionadores de arte, sendo assim, naturalmente, Nina é uma das artistas brasileiras com maior notoriedade internacional.

A artista integrou o time brasileiro do The Graffiti Project, formado pela dupla Os Gêmeos e o artista Nunca, que juntos pintaram, a pedido do Lord Glasgow Patrick Boyle, o Castelo de Kelburn na Escócia.

O grafite na militância feminista

Um dos nomes mais reconhecidos no cenário do grafite brasileiro no que se refere à militância feminista, é o da carioca Pamela Castro, de codinome Anarkia Boladona. A artista encontra, nos princípios do feminismo, a inspiração para suas criações. Pamela Castro obteve reconhecimento internacional, sendo considerada em 2017, pelo canal de notícias norte-americano CNN, como a rainha do grafite brasileiro.

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Anarkia Boladona também figurou, na lista da revista americana Newsweek, como uma das cento e cinquenta mulheres que estão “bombando” no mundo. Pamela Castro utiliza do seu reconhecimento profissional para fomentar ações sociais, como o projeto “Grafiteiras pela Lei Maria da Penha”, criado em 2008, e o programa “#AfroGrafiteira”, criado em 2015.

O empoderamento feminino crescente em todas as áreas da sociedade, não poderia deixar de abranger o grafite, sendo assim, vários novos nomes de grafiteiras brasileiras passaram a ter reconhecimento nacional, como: Simone Sapienza (codinome Siss), Mag Magrela, Mari Pavanelli, Camila Pavanelli (Minhau), Eveline Gomes (Sinhá), Ananda Nahu, Tainá Lima (Criola) e Ana Carolina (Tikka).

CREW  PELO BRASIL A FORA – CONTRA O PRECONCEITO

É impressionante como, mesmo nos dias de hoje, as grafiteiras ainda se deparam com o preconceito nas ruas. Sendo assim, elas têm de se organizar em grupos, para sair às ruas, sendo esses conhecidos como CREW.

Em São Paulo, existe o Crew Noturnas desde 2006. Já no Rio de Janeiro, destacam-se o TPM Crew, criado em 2002, e a Rede NAMI, idealizado pela grafiteira Pamela Castro (Anarkia Boladona), que atua na luta contra a violência doméstica. Em Minas Gerais surgiu, em 2005, o Crew As Minas de Minas e tem, como foco, campanhas de empoderamento feminino. No Nordeste, devido à cultura machista da região, os esforços estão concentrados na luta contra o preconceito de gênero, o que fez surgir, em Salvador, a Crew Toque Feminino, e em Pernambuco a Flores Crew, a 33 Crew e a Queixas Crew.

O grafite é a arte efêmera que democratiza o espaço da arte erudita reservada às elites, transformando o excluído social em protagonista de sua história. É a arte que trata das questões sociais dos desfavorecidos, que oferece a possibilidade de expressão da insatisfação com o poder público e permite retratar as mazelas de uma sociedade desigual. A presença feminina neste meio não tornou o ambiente mais sensível, pelo contrário, tornou este segmento mais engajado socialmente e criou um diálogo da mulher com o mundo, promovendo a igualdade de gênero.

Crise política ou cívica?

Percebe-se nos dias atuais, uma certa aversão à política por parte, não só dos jovens, mas dos adultos jovens. Não sabemos se por decepção ou descaso, a falta de interesse pela política me parece mais uma aversão a corrupção a que estamos, seguidamente, convivendo desde que o Brasil foi descoberto.

Tudo começou com a famosa frase: POLÍTICA NÃO SE DISCUTE.

Sim, política deve ser debatida. As confusões não são causadas pelo assunto em si, mas pela dificuldade que as pessoas têm em aceitar pensamentos e interesses diversos do seu. E isso é uma falha na educação brasileira, aonde evitamos discutir para evitar aborrecimento, quando, na verdade, deveríamos ensinar a lidar com as diferenças.

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O que é política?

Política, segundo Aristóteles, é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e também a arte de negociação para compatibilizar e alinhar interesses. O termo tem origem no grego política, uma derivação de polis que designa aquilo que é público. A política enquanto ciência divide-se em ética e na política propriamente dita.

A ética preocupa-se com a felicidade individual do homem na Cidade-Estado e com a felicidade coletiva, em termos de política propriamente dita.

É uma ciência prática, que busca conhecimento como meio para ação em prol de um bem-estar tanto individual quanto coletivo.

“Vemos que toda cidade é uma espécie de comunidade, e toda comunidade se forma com vistas a algum bem, pois todas as ações de todos os homens são praticadas com vistas ao que lhes parece um bem; se todas as comunidades visam algum bem, é evidente que a mais importante de todas elas e que inclui todas as outras, tem mais que todas, este objetivo e visa ao mais importante de todos os bens; ela se chama cidade e é a comunidade política” (Pol., 1252a).

Aristóteles

Política em essência

Mesmo sem saber, todos nós praticamos política o tempo todo, desde a hora de nosso nascimento, afinal, o bebê chora para receber atenção e alimento? Isso é política. A criança faz chantagem porque deseja um brinquedo novo, isso é política. Os pais explicam sobre as diversidades, sobre inclusão social, negociam horários e passeios… Isso também é política.

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Então, não se trata de partidos, esquerda ou direita, se trata de política como meio de juntar e unificar as diversidades humanas em prol de um bem maior.

Teoria política

Essa área temática da política agrega contribuições de várias disciplinas, como filosofia política e a história das ideias políticas. Tal teoria tem se dividido em duas maneiras: como teoria política normativa e como teoria política histórica.

A teoria política normativa evolve uma reflexão crítica sobre a realidade que vivemos e como deve ser no futuro, ou seja, uma projeção sobre a ordem política. Já a teoria política histórica, elabora narrativas que envolvem o desenvolvimento da tradição do pensamento político, levando como objetos de investigação ideias de autores clássicos, os conceitos políticos centrais e suas mudanças em dada época ou sociedade, assim como embates ideológicos situados em contextos históricos específicos.

A sociedade ocidental é permeada em toda a sua trajetória pela teoria política e é impossível você separar a história de construção das sociedades das comunidades políticas. Enfim, a teoria política engloba uma ilimitada variedade de perspectivas ideológicas e visões diferentes do mundo.

História

Tradicionalmente quando havia uma discussão acerca de questões na atividade política, usavam-se os termos filosofia ou teoria política. Em fins do século XIX, o pensador italiano Gaetano Mosca (1858/1941) publicou um livro a que deu o título de Elementos de ciência política. Logo, no século XX, virou praxe usar esse nome (ciência política).

No entanto, nos Estados Unidos, especialistas desta ciência entenderam que a disciplina deveria abordar temas atingíveis, ou seja, que poderiam ser medidos. Como comprovação do fato, observa-se o fato de que as pesquisas foram se tornando o aspecto mais importante das campanhas eleitorais.

Importante relembrarmos que a política foi toda construída com base nos conflitos religiosos, aonde se viu a importância de instituir algo que estivesse acima das crenças e do poder da igreja católica ou qualquer religião que reinasse em determinada sociedade.

Política e comunicação

Fora teorias, partidos e lados, pensemos na política como meio de comunicação e de discussão saudável para objetivos em comum. É importante educar e ensinar aos jovens a se comunicarem cada vez melhor, com mais sabedoria e também cautela. A internet, ao mesmo tempo que facilitou enormemente a vida em sociedade, diminuiu as rodas de conversa e o contato físico que o ser humano precisa para sustentar relações de cordialidade e de amor ao próximo.

As mensagens eletrônicas são cheias de desenhos, letras em caixa alta e abreviaturas, mas não exprimem emoção nem envolvem a pessoa com a mesma eficácia que o famoso “olho no olho”. É neste contato, no aperto de mão, no abraço, que estabelecemos a verdadeira conexão fraterna e amorosa, é com a convivência que desenvolvemos a compaixão e a solidariedade, são os olhares que promovem a cumplicidade e nada tem mais força do que uma massa humana enorme unida contra ou a favor de uma causa.

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Não deixemos de ensinar política às novas gerações. Não deixemos que os sons dos teclados absorvam as conversas em família. Pratiquemos uma política saudável de discussão acerca do mundo e das diversidades, pois só a partir dessas discussões e os sensos comuns gerados pelas mesmas, poderemos encontrar o caminho para uma sociedade mais equilibrada e alinhada em benefício do ser humano, no que diz respeito, não só as necessidades básicas, como também à qualidade de vida.

A evolução da comunicação escrita

Você já pensou como seria se a sua mensagem de texto demorasse meses para chegar até no destinatário e mais alguns meses para que você pudesse obter uma resposta? E se aquelas notícias sobre o mundo todo que você lê nos sites jamais chegassem até você? Parece muito ruim, não é?

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Houve um tempo na comunicação escrita que a realidade era exatamente essa. Uma simples notícia de doença na família só poderia ser comunicada aos parentes distantes por meio de uma carta, que era entregue por alguém que ia viajar para a cidade de destino da mesma. Quando os namorados apaixonados queriam se comunicar, não podiam mandar mensagens cheias de coração durante o dia todo. As palavras eram trocadas em bilhetinhos, que muitas vezes carregavam os perfumes dos amantes.

Toda essa complexidade na comunicação escrita fazia parte do dia a dia daqueles que vieram antes de nós. Toda essa facilidade que temos nos tempos atuais surgiu há muito pouco tempo. A tecnologia e a internet colocaram o mundo na palma de nossas mãos, tornando a interação humana algo muito mais fácil do que nos primórdios.

A evolução da comunicação escrita: os anos 70 e o enfraquecimento do papel

Como citamos anteriormente, a tecnologia das mensagens instantâneas e da comunicação pela tela do computador e do celular é algo muito novo.

Nos anos 60, as pessoas e até mesmo as empresas, ainda faziam uso das cartas e dos envelopes para fazer a sua comunicação. Isso era muito demorado e acabava por atrasar muitos negócios importantes.

Foi no início dos anos 70, nos Estados Unidos que surgiu a primeira plataforma de comunicação pelo computador. O aplicativo criado pelo programador Ray Tomlinson se chamava send menssage. Ele permitia a troca de mensagens entre usuários, desde que estivessem conectados no mesmo computador.

No início, o e-mail era considerado apenas um lugar para trocas de mensagens, mas que possuía muitas falhas e que não era acessível para a população em geral. Porém, com o passar do tempo e com o aprimoramento desse tipo de comunicação o correio eletrônico realmente surgiu e passou a fazer parte da vida de muitas pessoas.

A evolução da comunicação escrita: os anos 90 e a popularização na internet

A internet que nós conhecemos hoje é muito diferente daquela que as pessoas usavam nos anos 90. Porém, foi nessa época que ela começou a ser construída, e assim a comunicação escrita passou a ter a necessidade de ter plataformas de e-mail mais pessoais.

Foi um indiano que criou a primeira plataforma de e-mail gratuita. Porém, com a explosão da internet nessa época surgiram várias e várias plataformas diferentes. Os usuários começaram a aderir a elas. Porém, a procura foi tão grande que algumas vieram a comprar o direito das outras por nada menos do que 400 milhões.

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A evolução da comunicação escrita: a revolução do Gmail

Mesmo com todas essas plataformas de e-mail disponíveis, os usuários sentiam falta de ter mais liberdade na sua comunicação. Isso porque o envio de fotos e vídeos, por exemplo, não era possível, já que o espaço de armazenamento disponível nessas plataformas era muito pequeno.

Porém, em 2004 surgiu o Gmail. Na época ele foi revolucionário, pois oferecia 1 GB de armazenamento, enquanto outras plataformas comuns ofereciam apenas 6 Mb ou 2 Mb. Ele era tudo o que os usuários precisavam para se sentirem ainda mais à vontade na internet e abandonar quase que completamente a comunicação escrita no papel.

A evolução da comunicação escrita: o surgimento dos bate-papos.

Se nos tempos antigos os namorados utilizavam simples bilhetinhos de papel para se comunicarem, nessa época eles foram substituídos pelos bate-papos.

Eles eram febre entre os jovens da época, que os utilizavam para conhecer pessoas novas e para se comunicar com seus amigos.

Como no caso das plataformas de e-mail, existiam vários tipos de bate-papo, oferecidos por várias empresas diferentes. O usuário escolhia aquele que melhor se adaptava a ele, e passava horas conversando com pessoas que ele nem mesmo conhecia. De certa forma, esse foi um dos primeiros passos para a comunicação instantânea que temos hoje.

A evolução da comunicação escrita: a era da agilidade

É inegável que nós vivemos hoje na era em que a comunicação é mais fácil. Para chegar até a esse ponto nós passamos por uma série de coisas.

Nos tempos atuais, a comunicação acontece principalmente pelo celular. Isso é uma das maiores provas da facilidade que obtemos, já que em todos os outros momentos ter um computador era imprescindível.

Alguns acreditam que com o grande número de mensagens que trocamos por minuto a particularidade e intimidade da comunicação tem diminuído. Já outros acreditam que toda essa tecnologia que nos rodeia vem para unir e fazer com que nós tenhamos cada vez mais contato com aqueles que amamos.

O que vale na verdade é entender que sem a comunicação escrita nós não somos nada, mas que vez por outra, o contato pessoal também é imprescindível. Quando encontrarmos um ponto de equilíbrio entre esses dois eixos, com toda a certeza seremos ainda mais evoluídos e felizes.

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Mas há de se confessar que as cartas deixam saudades… Amigos de viagens que costumávamos trocar confidências pelos papéis de carta perfumados e coloridos, com seus papéis de seda, acabaram se perdendo. E fica aquela nostalgia ainda presa em nosso coração, com a sensação de que algo se foi.

Ao mesmo tempo, a internet nos proporcionou vários reencontros inimagináveis! Então, aderindo a era tecnológica, sem perder o romantismo, use a abuse dos áudios e dos bonequinhos animados nas mensagens, para que ela chegue mais perto da emoção que deseja passar na sua mensagem.

 

TCS – TRACTION CONTROL SYSTEM – Sistema de Controle de Tração

O público feminino tem aderido cada vez mais à vida sob duas rodas, e esse fato além de movimentar o mercado moto ciclístico, também proporcionou a possibilidade de um maior desenvolvimento de novas tecnologias em motos do setor, porque a adesão e a crescente movimentação do mercado favorecem diariamente o investimento em novas tecnologias em motos.
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